Avançar para o conteúdo principal

Conto de Natal do Diário




O que é o Natal avó?
-É a comemoração do nascimento de Jesus Cristo. Um menino muito especial que nasceu em Belém há muitos, muitos anos atrás. É aquele que está no presépio da Avó. Assim, todos os anos se reunem as familias e trocam-se pequenas lembranças em sua homenagem. É a altura de dar e estar com mais gostamos.
O que é o Natal, pai?
-É o dia em que o Pai Natal, aquele velhote simpático vestido de vermelho, desce de noite, pela chaminé, das casas dos meninos que se portaram bem durante o ano para entregar prendas. As familias juntam-se todas numa casa só para lhe poupar trabalho. Os adultos como já não recebem prendas do Pai Natal, oferecem uns aos outros pequenos mimos.
Mana, mana, o que é o Natal?
- É a altura em que os pais nos dão cada vez mais prendas quanto menos tempo estiverem connosco o resto do ano e os avós nos mimam. Essa é a parte boa. Pior é a seca do jantar com a família, mas suporta-se porque quanto mais pessoas vierem mais prendas tens.
Se as raízes de uma cultura não forem transmitidas pelas famílias não será o resto da sociedade a fazê-lo.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Onde está o Norte que eu perdi o Sul?

Vento!!!!Vento!!!! Tu que és forte, viajado no tempo. Por todas as terras passaste, muitas vidas cruzaste, e sem querer mudaste. Diz-me! Onde está o Norte? Perdi-me! O Sul, deixei, algures por onde passei. Responde-me! Se do Sul nada sei, como o Norte acharei?

A vida é feita de pequenos voos

Uma folha de um castanheiro adorava embalar-se ao sabor do vento frio que vinha das montanhas. Vivia no mesmo galho com o seu irmão ouriço. -Uiii! Virada para a direita, virada para a esquerda! – Repetia a folha. -Adorava voar! Ao seu lado, a castanha dentro do ouriço tremia cada vez que era obrigada a sair do sítio. Tinha medo de alturas e estava agarrada à sua casca protetora cheia de picos. -Ai que medo! -Tens medo do quê? -De cair e magoar-me! -Vives numa casa protegida! Eu é que se cair não terei quem me salve! -Então porque querias voar? -Gosto da aventura e de me sentir livre. -Podes te magoar! Não tens receio? -Tenho, mas mesmo assim gostaria de saber como é! -És doida! Certo dia, veio uma enorme tempestade e o galho aonde estava a folha e o ouriço caíram no chão. O impacto foi tão grande que a castanha ficou com a sua casca protetora aberta. A folha sorria de contente pois tinha caído num manto formado por outras já caídas. -Foi fantástico, mana! ...