Imagem: Made IA Copilot Era uma vez o "Era uma vez", velhinho e cansado, que vivia numa aldeia portuguesa pequenina, igual a tantas outras, onde o tempo passava devagar e o ócio incentivava a criação de histórias e boatos alheios. O Era uma vez estava cansado de começar histórias, contos e aventuras. Participara em milhares e, agora, já idoso, decidira reformar-se. Sim, reformar-se. Os autores e escritores estavam preocupadíssimos. Então, como iriam começar as suas histórias? Quem escreve sabe perfeitamente a sensação de se sentar para escrever sem ideia nenhuma e começar o texto com "Era uma vez". A partir daí, a mente começava a criar um fio condutor. O "Era uma vez" era o café da adrenalina da escrita. Os autores e escritores tentaram dissuadi-lo de todas as maneiras, mas o "Era uma vez" não mudou de ideias. Nessa aldeia, como em muitas do nosso país, apenas havia uma criança. Uma menina pequenina que ainda não sabia ler, mas adorava que os ...
Algures numa terra distante, na floresta de Sabe-se lá aonde, vivia um monstrinho, numa casa da árvore, com a sua família. Na floresta de Sabe-se lá aonde viviam várias criaturas mágicas, entre as quais: lamacentos (monstros de lama), musguentos (monstros de musgo) e folhentos (monstros de folhas). Mas, o nosso monstrinho era diferente. Ele tinha o corpo coberto de pelo, como os animais. musgo, como os musguentos, lama como os lamacentos e folhas como os folhentos. Ninguém sabia porque era assim. Os anciãos diziam que acontecia uma vez em cada mil anos. Os pais, quando ele nasceu, não sabiam que nome lhe dar então chamaram-no de Sei lá, dado que não tiveram ideias melhores. Sei lá era um monstro muito bonzinho, brincava com todos os outros monstrinhos. Não ficava triste quando o seu pelo ficava enlameado no lago ou as suas folhas cobertas de musgo quando rebolava com os musguentos. O seu primeiro inverno aproximava-se e o tempo arrefecia. Certo dia, quando Sei lá ac...