Avançar para o conteúdo principal

Calçada portuguesa...

És uma obra de arte e pouca gente repara,
passam por cima de ti e não ligam,
não param para te observar,
juntar as tuas peças,
ver os teus desenhos...
Fazes parte da cidade,
és o solo que a sustenta.
Arte não reconhecida, por vezes esquecida, quase eterna....

Comentários

BlueAngel aka LN disse…
Tens toda a razão: a maioria das pessoas não repara na beleza e originalidade da calçada portuguesa. E não há no mudo nenhuma como ela! Bonita homenagem. E os calceteiros estão em vias de extinção... :(
Anónimo disse…
é algo tão nosso que, para variar, as vezes nem damos valor...
NUVEM disse…
Sabes aki na madeira estiveram a fazer um trabalho desses e mt grande! Kuando passava e via o ppl la a trabalhar de joelhos ou sentado ao sol a torrar.. pensei ninguem da o valor... eles tao a li a fazer akilo e a por os desenhos com tanto empenho pra daki a uns dias passarmos e nao ligamos nenhuma ou pk vamos com pressa ou vamos a pensar noutras coisas ou simplesmente esta no ser de cada um ja passar pelas coisas e nao ligar...
Ficou um trabalho excelente, lindissimo e digno de ser visto...
Parabéns a eles e ke continuem a existir pois outras gerações merecem ver o belo trabalho ke fazem!
abox disse…
bem... não imaginas a quantidade de fotos que eu tenho... tiradas por mim à calçada portuguesa...
Anónimo disse…
Boa miga, a homenagem é merecida, a nossa calçada é mt original!!!
foreveryoung disse…
Isso que escreves é mesmo uma grande verdade!!
Também gostei muito da foto!
Bjs

Mensagens populares deste blogue

Onde está o Norte que eu perdi o Sul?

Vento!!!!Vento!!!! Tu que és forte, viajado no tempo. Por todas as terras passaste, muitas vidas cruzaste, e sem querer mudaste. Diz-me! Onde está o Norte? Perdi-me! O Sul, deixei, algures por onde passei. Responde-me! Se do Sul nada sei, como o Norte acharei?

A vida é feita de pequenos voos

Uma folha de um castanheiro adorava embalar-se ao sabor do vento frio que vinha das montanhas. Vivia no mesmo galho com o seu irmão ouriço. -Uiii! Virada para a direita, virada para a esquerda! – Repetia a folha. -Adorava voar! Ao seu lado, a castanha dentro do ouriço tremia cada vez que era obrigada a sair do sítio. Tinha medo de alturas e estava agarrada à sua casca protetora cheia de picos. -Ai que medo! -Tens medo do quê? -De cair e magoar-me! -Vives numa casa protegida! Eu é que se cair não terei quem me salve! -Então porque querias voar? -Gosto da aventura e de me sentir livre. -Podes te magoar! Não tens receio? -Tenho, mas mesmo assim gostaria de saber como é! -És doida! Certo dia, veio uma enorme tempestade e o galho aonde estava a folha e o ouriço caíram no chão. O impacto foi tão grande que a castanha ficou com a sua casca protetora aberta. A folha sorria de contente pois tinha caído num manto formado por outras já caídas. -Foi fantástico, mana! ...