Avançar para o conteúdo principal

O mundo dos diários gratuitos

Tudo começou com o Destak à seis anos atrás. À dois anos, surgiu o Metro da Media Capital. No ínicio de 2007, o Diário Desportivo e, à uma semana, chegou, até aos lisboetas, o Meia Hora, do Grupo Coffina. Não tenho nada contra esta nova modalidade de informação gratuita para o utilizador, apenas acho um pouco exagerada a forma de distribuição. Só para terem noção, ao pé do meu trabalho, nos semáforos podemos encontrar três : Metro, Destak e Meia Hora.
Tenho, contudo uma duvida: os jornais diários "normais" não sofreram com estes "gratuitos"? Bem, uma coisa é certa, os lisboetas não tem razão nenhuma para não andarem informados!!!!! Por isso, vamos lá ler....

Comentários

Sei que existes disse…
Como não ando de transportes públicos, não tenho a sorte de ter essa informação gratuita!...
É possivel que os jornais pagos, tenham sofrido alguma coisa com o aparecimento desses outros jornais que falas!...
Beijos

Mensagens populares deste blogue

Onde está o Norte que eu perdi o Sul?

Vento!!!!Vento!!!! Tu que és forte, viajado no tempo. Por todas as terras passaste, muitas vidas cruzaste, e sem querer mudaste. Diz-me! Onde está o Norte? Perdi-me! O Sul, deixei, algures por onde passei. Responde-me! Se do Sul nada sei, como o Norte acharei?

Auto-estima nacional...

Ontem fui ver o mais recente filme português: "Os Mistérios da Estrada de Sintra". Fiquei triste como as pessoas tem um preconceito com tudo o que é nacional. Lá está, quando se tem uma ideia pré-concebida negativa vai-se à procura dos defeitos e não das virtudes. No final, lá se vê os comentários: " para filme português está acima da média" e "gostei". Eu, no entanto, vos digo, se fosse um realizador americano a fazer o filme, a cobertura mediática e a adesão dos portugueses seria em massa. Desculpem, mas acho rídiculo este preconceito nacional de que o que é feito lá fora é que é bom. Se fosse só apenas a nível das artes, não, é a todos os níveis. Os portugueses vão ao supermercado e a maioria das aquisições são importadas quando há produtos portugueses tão ou melhores. A falta de auto-estima nacional é tanta, que algumas marcas de roupa portuguesas, como a Saccor, por exemplo, só conseguem vingar com uma marca que indicie "algo estrangeiro". P...