Avançar para o conteúdo principal

Estás perdoada!

Era uma vez uma carteira vermelha que estava sossegadamente a descansar numa mala de um restaurante.
De repente, uma mão desconhecida, entrou dentro da mala:
-Tu vens comigo! Cala-te senão morres!
A carteira, aterrorizada nem teve coragem de avisar a dona. Apenas conseguiu sussurrar as seguintes palavras:
-Não podes levar as notas e deixar os documentos? Sou a fiel depositária. São extremamente importantes!
-Não tenho tempo para isso!
A carteira temendo pelo pior entregou-se de corpo e alma. Partiu com um sentimento de impotência e de objectivo de vida perdido.

Comentários

Sofá Amarelo disse…
Ai, não há coisa pior que perder/roubarem-nos os documentos... é de loucos!
Joana disse…
nem documentos deixaram?
reles reles reles!

Mensagens populares deste blogue

Onde está o Norte que eu perdi o Sul?

Vento!!!!Vento!!!! Tu que és forte, viajado no tempo. Por todas as terras passaste, muitas vidas cruzaste, e sem querer mudaste. Diz-me! Onde está o Norte? Perdi-me! O Sul, deixei, algures por onde passei. Responde-me! Se do Sul nada sei, como o Norte acharei?

Auto-estima nacional...

Ontem fui ver o mais recente filme português: "Os Mistérios da Estrada de Sintra". Fiquei triste como as pessoas tem um preconceito com tudo o que é nacional. Lá está, quando se tem uma ideia pré-concebida negativa vai-se à procura dos defeitos e não das virtudes. No final, lá se vê os comentários: " para filme português está acima da média" e "gostei". Eu, no entanto, vos digo, se fosse um realizador americano a fazer o filme, a cobertura mediática e a adesão dos portugueses seria em massa. Desculpem, mas acho rídiculo este preconceito nacional de que o que é feito lá fora é que é bom. Se fosse só apenas a nível das artes, não, é a todos os níveis. Os portugueses vão ao supermercado e a maioria das aquisições são importadas quando há produtos portugueses tão ou melhores. A falta de auto-estima nacional é tanta, que algumas marcas de roupa portuguesas, como a Saccor, por exemplo, só conseguem vingar com uma marca que indicie "algo estrangeiro". P...