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Um galho para ti outro para mim, nós os macacos

Nós vivemos em sociedade e por mais que achemos que, todos podemos conviver com todos, a realidade nem sempre é assim.
Imaginem uma árvore com macaquinhos. Os que estão lá em cima nem sequer costumam olhar para os que estão cá em baixo. Os dos primeiros níveis podem até tentar falar mas são logo segregados e postos no seu lugar.
Os humanos também continuam a ter este instinto de macaco. Aliás os que estão no topo e por acaso dizem “bom dia” ao subir a árvore, todos os dias, a todos os outros não são levados muito a sério.
Estarão neste momento a pensar que estou a ser cruel porque os humanos caracterizam-se pela humanização, logo por uma consciência e preocupação pelos outros. Será mesmo assim?
O mesmo principio se verifica quando alguém sai do meio aonde está para outro, por ex: muda de emprego ou de namorado/a. Os amigos do companheiro/a ou os colegas continuam a falar-lhe? Se o macaco mudou de árvore acabam por se afastar…

É só olharem para trás no tempo e pensarem quantas árvores já fizeram parte, quantas vezes mudaram e já agora se falam com todos os macaquinhos dos galhos inferiores…

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