Ontem fui ver o mais recente filme português: "Os Mistérios da Estrada de Sintra". Fiquei triste como as pessoas tem um preconceito com tudo o que é nacional. Lá está, quando se tem uma ideia pré-concebida negativa vai-se à procura dos defeitos e não das virtudes. No final, lá se vê os comentários: " para filme português está acima da média" e "gostei". Eu, no entanto, vos digo, se fosse um realizador americano a fazer o filme, a cobertura mediática e a adesão dos portugueses seria em massa. Desculpem, mas acho rídiculo este preconceito nacional de que o que é feito lá fora é que é bom. Se fosse só apenas a nível das artes, não, é a todos os níveis. Os portugueses vão ao supermercado e a maioria das aquisições são importadas quando há produtos portugueses tão ou melhores. A falta de auto-estima nacional é tanta, que algumas marcas de roupa portuguesas, como a Saccor, por exemplo, só conseguem vingar com uma marca que indicie "algo estrangeiro". P...
Comentários
Fluir no tempo , deixar as coisas acontecerem, saboreá-las é, por vezes, maravilhoso.
aí do alto
desse manto branco
que te cobre e abriga
desta estranha forma de vida
que levamos na terra
tanto avistas a grandeza do Nilo
como a linha de àgua mais inócua
perdida entre dois montes além tejo
Deves então saber
que entre uma estrada e um trilho
nem sempre o caminho mais curto
é o mais fácil de percorrer
Por isso
se estás disposta
a guardar as asas
e dar largas aos sentidos
prepara-te para a aposta
porque entre nós
a liberdade é coisa pouca
para lá do pensamento
A foto também tá bonita!
Bjs
padre não serei por certo
porque antes ateu
do que dado a certas prácticas...
intruso não me julgo
porque o céu pode não ser meu
mas está aberto a pessoas de bem...
agora se já nos cruzámos...
Não vale a pena o esforço!
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vais me desculpar
mas não entendi essa tua sobranceria
em relação a mim
nem tão pouco julgava possivel
vê-la partir de um ser
onde levita uma auréola
de paz e amor pelos outros
em relação à questão do anonimato
se não nos conhecemos
o que é que isso faz de mim para ti
se não mais um entre tantos outros
com quem te cruzas
calma e silenciosamente
na rua
Anjo
se entenderes que palavras minhas
não são mais benvindas
a este teu espaço
basta dizê-lo uma vez
e eu não voltarei
a importunar o teu caminho
porque de anónimo não passo...