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Rumo


Deixar fluir,
libertar o sentir.
Abrir as portas,
entreabrir as janelas.
Seguir o rumo,
prosseguir caminho.
Dar as asas ao vento,
por um momento.

Deixar o corpo,
viver o sentimento,
seguir o vento,
das asas ao rumo.

Comentários

Fénix disse…
Lindo poema.
Fluir no tempo , deixar as coisas acontecerem, saboreá-las é, por vezes, maravilhoso.
Anónimo disse…
Anjo

aí do alto
desse manto branco
que te cobre e abriga
desta estranha forma de vida
que levamos na terra
tanto avistas a grandeza do Nilo
como a linha de àgua mais inócua
perdida entre dois montes além tejo

Deves então saber
que entre uma estrada e um trilho
nem sempre o caminho mais curto
é o mais fácil de percorrer

Por isso
se estás disposta
a guardar as asas
e dar largas aos sentidos
prepara-te para a aposta
porque entre nós
a liberdade é coisa pouca
para lá do pensamento
foreveryoung disse…
É muito bonito! Isso é mesmo viver e sentir que se vive...
A foto também tá bonita!
Bjs
Anónimo, pareces conhecer muito acerca da vida celestial, serás padre? :-P
Nuvem, achas que o anónimo é alguém com quem nós nos tenhamos cruzado aqui no céu? Se calhar é um intruso:-)
Anónimo disse…
Anjo

padre não serei por certo
porque antes ateu
do que dado a certas prácticas...

intruso não me julgo
porque o céu pode não ser meu
mas está aberto a pessoas de bem...

agora se já nos cruzámos...
Bem, se eu já me cruzei contigo anónimo então não deves significar nada para mim porque amigo meu não se fingia de anónimo:-(
NUVEM disse…
Pois tb axo!
Não vale a pena o esforço!
****
clautixa disse…
adorei a imagem:)
Anónimo disse…
Anjo

vais me desculpar
mas não entendi essa tua sobranceria
em relação a mim
nem tão pouco julgava possivel
vê-la partir de um ser
onde levita uma auréola
de paz e amor pelos outros

em relação à questão do anonimato
se não nos conhecemos
o que é que isso faz de mim para ti
se não mais um entre tantos outros
com quem te cruzas
calma e silenciosamente
na rua

Anjo

se entenderes que palavras minhas
não são mais benvindas
a este teu espaço
basta dizê-lo uma vez
e eu não voltarei
a importunar o teu caminho
porque de anónimo não passo...

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