Avançar para o conteúdo principal

Cigarra sem calendário

Foto:www.igooh.com.ar

Sinto-me como uma cigarra a quem obrigaram deitar fora o calendário. Estes bichinhos trabalham no Verão para ter comida no Inverno.
O mais comum dos mortais trabalha todo o Inverno para ter direito a um mês de descanso no Verão.
Olhem eu trabalho o ano inteiro e já, alguém me disse: já é um privilégio.

Comentários

Dakini disse…
:d neste pais é miga **** bom fim de semana ***
Madeira Inside disse…
Pois...não sei o que te diga, mas acredita que já é muito bom a cigarra ter trabalho!!:)
Vido disse…
Parece que cada vez mais, o que deveria ser regra: ter trabalho, é um privilégio. Mas também me parece que há muita gente a não querer trabalhar, mas sim a ter apenas um ordenado - falo de quem não se especializou, mas quer bons ordenados.
PoesiaMGD disse…
Dizem que sim, eu acho que sim... com tanta gente sem trabalho...
Um abraço
Rui Caetano disse…
Nos dias de hoje haver trabalho é uma quase dádiva.
BlueAngel aka LN disse…
Compreendo-te e concordo, mas ainda assim termos trabalho é tão bom. Permite-nos ser cigarras de vez em quando. beijinhos
david santos disse…
Haver trabalho e ser remunerado por ele, já não é nada mau.
Parabéns.

Mensagens populares deste blogue

A sorte existe

Há pessoas que parecem ser bafejadas por um vento fresco de sorte. Acham o primeiro amor, ao primeiro encontro, Esbarram com o emprego de sonho ao primeiro acordar, Põem um trapo qualquer e parecem fantásticas, Acordam despenteadas e lindas, Enfim, abrem a caixa e encontram o doce. Outras vivem numa luta constante, Entre amores e desamores até acharem o tal, Entre saídas e entradas de empregos e nunca é aquele, Nem toda roupa fica bem e aliás alguma torna-as umas peixeiras, Ao acordar parece que viram um bicho papão durante a noite, Enfim, abrem a caixa e encontram umas migalhas que alguém deixou e tem que ir ao supermercado procurar o doce. Chegam lá e está esgotado!:)

Onde está o Norte que eu perdi o Sul?

Vento!!!!Vento!!!! Tu que és forte, viajado no tempo. Por todas as terras passaste, muitas vidas cruzaste, e sem querer mudaste. Diz-me! Onde está o Norte? Perdi-me! O Sul, deixei, algures por onde passei. Responde-me! Se do Sul nada sei, como o Norte acharei?