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Caos

Quando ninguém percebe,
Quando toda a gente teme,
A confusão é lançada,
E a calma só regressa à pancada.

Todos falam o que não viram,
O que julgam que ouviram,
Inventam o que queriam desejar,
Incendeiam quem está aonde ambicionam estar.

É assim a luta da selva da história,
De um Reino sem líder,
É assim o estado,
De um mandato pregado na discórdia.

O que fazer neste caos?
Aonde cada suspiro é morto,
Por cada nervo,
Aonde cada sorriso é arrancado,
Por um segredo obscuro,
Que todos adivinham mas ninguém sabe.

Ai nação pedante,
Que os teus filhos convidas a sair,
E os estrangeiros  com ouro conquistas!

Nação que só olhas para o que tens,
Quando para os outros é moda.
Não por teres orgulho em ti mesma,
Mas sim porque alguém olha para ti.

Nunca deixei de acreditar,
Mas custa, custa tanto,
Que este esforço imenso,
De lutar pelo que defendo é esmagado com desânimo.

Aí nação valente,
Que unida teve o mundo,
E que separada nem a si própria consegue manter.

Vou descansar para ganhar força,
Não força para em ti acreditar,
Mas sim coragem,
Para enfrentar caminho que no caos me deixaste.

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